Hematologia · Hemoterapia · Terapia Celular
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Terapia Celular · Onco-hematologia

Terapia CAR-T
em São Paulo

Quando a decisão envolve CAR-T, o caminho precisa ser fundamentado.

CAR-T não é uma promessa. Não é uma resposta automática. Não é indicado para todos os pacientes.

É uma modalidade de terapia celular que exige critério, contexto clínico e uma avaliação médica individualizada.

Consulta particular com Dr. Renato Cunha, hematologista em São Paulo, com atuação em onco-hematologia, transplante de medula óssea e terapia celular CAR-T.

Dr. Renato Cunha — Terapia CAR-T em São Paulo
Entenda

O que é terapia CAR-T?

CAR-T, ou Chimeric Antigen Receptor T-cell, é uma modalidade de terapia celular que utiliza células do próprio paciente, modificadas geneticamente, para combater determinados tipos de cânceres hematológicos.

A tecnologia mudou a hematologia de forma importante.

Mas alta tecnologia sem indicação clínica precisa vira peça de venda. Não é medicina.

O ponto central não é apenas saber se o CAR-T existe. É entender se ele faz sentido para aquele paciente, naquele momento, dentro daquele cenário.

CAR-T não é uma promessa.

Não é uma resposta automática.

Não é indicado para todos os pacientes.

É uma modalidade de terapia celular que exige critério, contexto clínico e uma avaliação médica individualizada.

Indicações

Quando o CAR-T pode entrar na conversa?

O CAR-T pode ser discutido em determinados casos de onco-hematologia, especialmente quando há recidiva, refratariedade ou necessidade de avaliar novas alternativas terapêuticas.

Entre os cenários frequentemente relacionados à discussão de terapia celular estão:

  • linfomas;
  • leucemias;
  • mieloma múltiplo;
  • doença refratária;
  • recidiva após tratamento;
  • necessidade de segunda opinião;
  • avaliação de alternativas após linhas terapêuticas anteriores.
A existência de uma opção terapêutica não significa que ela é a melhor escolha para todos. Cada caso precisa ser analisado com rigor.

O CAR-T pode ser discutido em determinados casos de onco-hematologia, especialmente quando há recidiva, refratariedade ou necessidade de avaliar novas alternativas terapêuticas.

Em alguns cenários, a decisão também pode envolver transplante de medula óssea ou uma segunda opinião em onco-hematologia, principalmente quando há dúvida sobre próxima linha terapêutica, elegibilidade ou sequência de tratamento.

Como funciona

O que a consulta organiza

1
O cenário clínico

O diagnóstico chega fragmentado. Laudos. Exames. Relatórios. Protocolos. Opiniões diferentes. A primeira parte da consulta é organizar o que já existe: o que está claro, o que ainda é incerto, o que precisa ser confirmado.

2
As alternativas possíveis

O fato de existir CAR-T ou transplante de medula óssea não significa que essa será a decisão certa. A consulta avalia alternativas com critério, considerando diagnóstico, histórico, tratamentos anteriores, resposta terapêutica, recidiva, refratariedade e condições clínicas do paciente.

3
Um plano com direção

Você sai sabendo o próximo passo, as alternativas disponíveis e quais sinais exigem reavaliação.

A consulta não existe para vender tecnologia. Existe para organizar decisão.
Trajetória

A formação que trouxe o CAR-T ao Brasil

Em 2015, o Dr. Renato Cunha chegou ao National Cancer Institute, em Bethesda, NCI/NIH, carregando uma trajetória construída em Ribeirão Preto e Paris.

Foi lá que viu pela primeira vez os resultados das células CAR-T.

Em 2018, de volta ao Brasil, participou da produção das primeiras células CAR-T em escala clínica da América Latina.

Em 2019, tratou o primeiro paciente sob sua responsabilidade.

Pioneirismo não é feito de entusiasmo. É feito de critério e responsabilidade construídos no caminho.
Para quem é esta consulta

Pacientes, famílias e médicos encaminhadores

Para pacientes e famílias

Você chegou até aqui porque o protocolo padrão talvez não tenha respondido tudo.

Pode haver dúvidas sobre recidiva, refratariedade, próxima linha terapêutica, indicação de CAR-T, indicação de transplante de medula óssea, riscos, benefícios, elegibilidade ou necessidade de segunda opinião em onco-hematologia.

Pode haver dúvidas sobre:

  • recidiva;
  • refratariedade;
  • próxima linha terapêutica;
  • indicação de CAR-T;
  • indicação de transplante de medula;
  • riscos e benefícios;
  • elegibilidade;
  • segunda opinião.
A consulta existe para transformar dúvida em diagnóstico, e diagnóstico em plano.
Para médicos encaminhadores

Recebo casos de alta complexidade em hematologia para somar estratégia clínica, sem romper o vínculo que você já construiu com o paciente.

Encaminhar não é abrir mão do paciente. É o ato de quem reconhece quando o cenário exige especialização na fronteira.

Após a consulta, o paciente continua sendo seu.

Documentos recomendados para encaminhamento:

  • relatório médico detalhado;
  • exames complementares;
  • exames de diagnóstico;
  • estadiamento;
  • estratificação de risco;
  • avaliação de resposta terapêutica;
  • documentação de recaída ou recidiva, se aplicável.
Transparência

O que você não vai encontrar aqui

  • Promessa de cura ou linguagem de milagre.
  • Urgência artificial para decisão.
  • Tecnologia apresentada como destino obrigatório.
  • Diagnóstico suavizado para "não assustar".
Clareza não é frieza. É a única forma honesta de cuidar.
Atendimento

Como agendar

Atendimento particular no Itaim Bibi, São Paulo, ou por telemedicina para todo o Brasil.

O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp.

Endereço

Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.300
Itaim Bibi — São Paulo / SP

Horário de Atendimento

Segunda a sexta-feira · das 08h às 18h

Consultório Dr. Renato Cunha
Dúvidas frequentes

FAQ — Terapia CAR-T

CAR-T é uma modalidade de terapia celular que utiliza células do próprio paciente, modificadas geneticamente, para combater determinados tipos de cânceres hematológicos.

Não. O fato de existir CAR-T não significa que ele é a escolha certa para todos. A indicação depende do diagnóstico, do histórico do paciente, dos tratamentos anteriores, da resposta terapêutica e do cenário clínico.

Não necessariamente. CAR-T e transplante de medula óssea são estratégias diferentes. Em alguns casos, uma pode ser discutida antes, depois ou em alternativa à outra. A decisão precisa ser individualizada.

A avaliação pode fazer sentido quando há diagnóstico onco-hematológico, recidiva, refratariedade, dúvida sobre próxima linha terapêutica ou necessidade de segunda opinião estruturada.

O atendimento é exclusivamente particular, presencial no Itaim Bibi, São Paulo, ou por telemedicina para todo o Brasil.

Sim, quando o caso permitir e os documentos necessários estiverem disponíveis para análise.

Relatório médico atualizado, exames de sangue recentes, exames de imagem, biópsias, laudos, histórico de tratamentos anteriores e documentação de resposta terapêutica ou recidiva, quando houver.

Próximo passo

CAR-T exige mais do que acesso à tecnologia. Exige decisão com critério.

Se você ou sua família recebeu indicação, dúvida ou possibilidade de terapia celular CAR-T, o próximo passo é organizar o cenário com avaliação médica individualizada.

Continue entendendo o caminho

Entenda também

Transplante de medula óssea

Em alguns casos, o transplante pode fazer parte da discussão terapêutica. A decisão precisa considerar diagnóstico, momento da doença, resposta aos tratamentos e condições clínicas.

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Segunda opinião em onco-hematologia

Quando há dúvida sobre indicação, sequência de tratamento ou alternativas possíveis, uma segunda opinião pode ajudar a organizar a decisão.

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Para avaliação hematológica ampla, investigação de exames alterados e acompanhamento de casos benignos ou complexos.

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