Quando a decisão envolve CAR-T, o caminho precisa ser fundamentado.
CAR-T não é uma promessa. Não é uma resposta automática. Não é indicado para todos os pacientes.
É uma modalidade de terapia celular que exige critério, contexto clínico e uma avaliação médica individualizada.
Consulta particular com Dr. Renato Cunha, hematologista em São Paulo, com atuação em onco-hematologia, transplante de medula óssea e terapia celular CAR-T.
CAR-T, ou Chimeric Antigen Receptor T-cell, é uma modalidade de terapia celular que utiliza células do próprio paciente, modificadas geneticamente, para combater determinados tipos de cânceres hematológicos.
A tecnologia mudou a hematologia de forma importante.
Mas alta tecnologia sem indicação clínica precisa vira peça de venda. Não é medicina.
O ponto central não é apenas saber se o CAR-T existe. É entender se ele faz sentido para aquele paciente, naquele momento, dentro daquele cenário.
CAR-T não é uma promessa.
Não é uma resposta automática.
Não é indicado para todos os pacientes.
É uma modalidade de terapia celular que exige critério, contexto clínico e uma avaliação médica individualizada.
O CAR-T pode ser discutido em determinados casos de onco-hematologia, especialmente quando há recidiva, refratariedade ou necessidade de avaliar novas alternativas terapêuticas.
Entre os cenários frequentemente relacionados à discussão de terapia celular estão:
O CAR-T pode ser discutido em determinados casos de onco-hematologia, especialmente quando há recidiva, refratariedade ou necessidade de avaliar novas alternativas terapêuticas.
Em alguns cenários, a decisão também pode envolver transplante de medula óssea ou uma segunda opinião em onco-hematologia, principalmente quando há dúvida sobre próxima linha terapêutica, elegibilidade ou sequência de tratamento.
O diagnóstico chega fragmentado. Laudos. Exames. Relatórios. Protocolos. Opiniões diferentes. A primeira parte da consulta é organizar o que já existe: o que está claro, o que ainda é incerto, o que precisa ser confirmado.
O fato de existir CAR-T ou transplante de medula óssea não significa que essa será a decisão certa. A consulta avalia alternativas com critério, considerando diagnóstico, histórico, tratamentos anteriores, resposta terapêutica, recidiva, refratariedade e condições clínicas do paciente.
Você sai sabendo o próximo passo, as alternativas disponíveis e quais sinais exigem reavaliação.
A consulta não existe para vender tecnologia. Existe para organizar decisão.Em 2015, o Dr. Renato Cunha chegou ao National Cancer Institute, em Bethesda, NCI/NIH, carregando uma trajetória construída em Ribeirão Preto e Paris.
Foi lá que viu pela primeira vez os resultados das células CAR-T.
Em 2018, de volta ao Brasil, participou da produção das primeiras células CAR-T em escala clínica da América Latina.
Em 2019, tratou o primeiro paciente sob sua responsabilidade.
Pode haver dúvidas sobre recidiva, refratariedade, próxima linha terapêutica, indicação de CAR-T, indicação de transplante de medula óssea, riscos, benefícios, elegibilidade ou necessidade de segunda opinião em onco-hematologia.
Pode haver dúvidas sobre:
Após a consulta, o paciente continua sendo seu.
Documentos recomendados para encaminhamento:
Atendimento particular no Itaim Bibi, São Paulo, ou por telemedicina para todo o Brasil.
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.300
Itaim Bibi — São Paulo / SP
Segunda a sexta-feira · das 08h às 18h
CAR-T é uma modalidade de terapia celular que utiliza células do próprio paciente, modificadas geneticamente, para combater determinados tipos de cânceres hematológicos.
Não. O fato de existir CAR-T não significa que ele é a escolha certa para todos. A indicação depende do diagnóstico, do histórico do paciente, dos tratamentos anteriores, da resposta terapêutica e do cenário clínico.
Não necessariamente. CAR-T e transplante de medula óssea são estratégias diferentes. Em alguns casos, uma pode ser discutida antes, depois ou em alternativa à outra. A decisão precisa ser individualizada.
A avaliação pode fazer sentido quando há diagnóstico onco-hematológico, recidiva, refratariedade, dúvida sobre próxima linha terapêutica ou necessidade de segunda opinião estruturada.
O atendimento é exclusivamente particular, presencial no Itaim Bibi, São Paulo, ou por telemedicina para todo o Brasil.
Sim, quando o caso permitir e os documentos necessários estiverem disponíveis para análise.
Relatório médico atualizado, exames de sangue recentes, exames de imagem, biópsias, laudos, histórico de tratamentos anteriores e documentação de resposta terapêutica ou recidiva, quando houver.
Se você ou sua família recebeu indicação, dúvida ou possibilidade de terapia celular CAR-T, o próximo passo é organizar o cenário com avaliação médica individualizada.
Em alguns casos, o transplante pode fazer parte da discussão terapêutica. A decisão precisa considerar diagnóstico, momento da doença, resposta aos tratamentos e condições clínicas.
Saiba maisQuando há dúvida sobre indicação, sequência de tratamento ou alternativas possíveis, uma segunda opinião pode ajudar a organizar a decisão.
Saiba maisPara avaliação hematológica ampla, investigação de exames alterados e acompanhamento de casos benignos ou complexos.
Saiba mais